Share Economy, você sabe o que é?

Uma tendência mundial, já bastante difundida no exterior, vem ganhando força no mercado interno – o share economy, no Brasil chamado de consumo compartilhado ou colaborativo. As mudanças são certeiras e as muitas oportunidades também.

O consumo compartilhado surgiu da preocupação com os danos provocados à natureza e da necessidade de usufruir os bens de consumo com pouco investimento e recursos. Essa tendência mundial quebra com o atual modelo de consumo e trás uma nova perspectiva cultural, social e econômica.

O compartilhar deixa de existir apenas nas redes sociais e passa a fazer parte de um novo cenário com iniciativas que permitem compartilhar um carro, um apartamento aonde você vai viajar e até mesmo um eletrodoméstico que não usa mais. Selecionamos o site descolaai.com como exemplo dessa nova tendência.

Mas, as iniciativas não se limitam aos consumidores. Prevendo esse cenário, grandes fabricantes largam na frente e já desenvolvem produtos e serviços ou ainda produtos-serviços que atendem a essa demanda. A Whirlpool, por exemplo, tem no mercado um produto-serviço – o  purificador de água. Sua produção  é de  97% com materiais recicláveis e ao invés de ser vendido é alugado mensalmente. Do ponto de vista estratégico foi uma grande sacada por aumentar o contato da empresa com o consumidor final, ganhar conhecimento num novo modelo de negócios (que muito provavelmente se estenderá  a lavadoras de roupa) e ainda resolver os entraves de visitas técnicas e logística reversa, já que o produto continua sendo um ativo do fabricante. Ponto pra Brastemp!

Fica aí alguns exemplos da importância do uso de ferramentas estratégicas como Pesquisa de tendências e Cenários. Mande-nos um email, estamos a disposição para maiores informações sobre esses e outros serviços.

 

 

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Ética & Design

Calúnia e difamação… Muitos followers estranharam nossa última tuitada sobre calúnia e difamação, alguns acharam a informação desnecessária e até engraçada. Mas, vamos aproveitar algumas situações para refletir sobre a relação entre design, calúnia, difamação e ética.

Recorremos ao wikipedia para esclarecer os termos: Calúnia é uma afirmação falsa e desonrosa a respeito de alguém… Pode ser feita verbalmente, de forma escrita, por representação gráfica ou internet.”

“Difamação …consiste em atribuir a alguém fato determinado ofensivo à sua reputação, honra objetiva, e se consuma, quando um terceiro toma conhecimento do fato.”

Pois bem, as duas definições dão um contexto interessante entre o tornar conhecido e o meio utilizado para isso. Vamos nos ater ao meio amplamente usado atualmente, a internet.

A internet surgiu de uma necessidade ou melhor de um plano estratégico da forças armadas durante a guerra fria para que se projetasse mesmo a distância. Atualmente, além da função estratégica usada por governos e empresas, a internet se configura numa ferramenta poderosíssima para aprendizado, entretenimento e tantas outras funcionalidades.

Mas, junto com todo esse “oba-oba” surgiram leis e  códigos de ética que regularizam e asseguram o uso da internet. Vamos exemplicar: atualmente TODO email que recebemos pode ser facilmente rastreado através do número IP do computador. A maioria dos sites têm identificador dos números IP´s de seus users, também programas simples e gratuitos estão aos milhares disponíveis para download. Além dos emails, o twitter tem sido usado como prova de crimes na internet.

Agora voltamos a nossa tuitada de sábado “calúnia e difamação dá processo”. Óbvio que sim e não importa o meio usado, seja carta cheirando a mofo, email ou twitter.

Como comunicadores que somos, nós designers temos o DEVER de não só usar a internet com responsabilidade como também de alertar as pessoas sobre seu uso. Então galera, vamos agir com #responsabilidade #etica  e acima de tudo #inteligência.

 

 

 

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Padrões de uso de energia dos fornos elétricos comerciais estão em debate

Equipamento representa 30% da conta de energia

Os padrões de uso de energia e segurança dos fornos elétricos comerciais estarão em debate aberto ao público pela internet até 12 de março, por meio de uma consulta pública do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). O programa tem caráter estratégico para o setor panificador, tendo em vista que fornos mais eficientes podem representar até 30% a menos de consumo de energia elétrica. A exemplo do que já ocorre com refrigeradores, condicionadores de ar, veículos e edifícios, a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia é uma forma de estimular o setor industrial a produzir equipamentos de padaria mais eficientes.

Esses equipamentos são usados em 80% das quase 63 mil padarias do País e são responsáveis por cerca de 15% dos custos de manutenção dos estabelecimentos que, em sua maioria (cerca de 96%), são pequenas empresas.

Setor - A criação de um programa de etiquetagem de fornos elétricos de padaria foi proposta pelo setor de panificação e organizada pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Duas organizações, a Associação Brasileira da Indústria de Equipamentos para Panificação, Biscoitos e Massas Alimentícias (Abiepan) e a Associação Brasileira da Indústria da Panificação e Confeitaria (Abip), fizeram uma pesquisa sobre a importância de melhorar essas máquinas. “O novo programa pode beneficiar não apenas os empresários, mas principalmente o bolso dos consumidores, já que o custo de fabricação dos pães pode ser bastante reduzido”, afirma o coordenador do Programa Brasileiro de Etiquetagem do Inmetro, Marcos Borges.

De acordo com o estudo, o gasto médio mensal de energia de uma padaria é de R$ 2.038 (pequeno porte), R$ 6.147 (médio) e R$ 10 mil (grande). Extrapolando os valores médios de consumo energéticos para todas as padarias do País, o estudo chegou a um valor de 5,28 bilhões KW/ ano, considerando o mapeamento de 53 mil padarias, feito anteriormente pela instituição. Em mapeamento posterior, a Abip levantou o número de 63 mil padarias, o que elevaria ainda mais a estimativa total do consumo energético das padarias. Na mesma pesquisa, levantou-se também que cerca de 75% das padarias utilizam fornos elétricos.

Segurança - A proposta em debate leva em conta também os seguintes requisitos de segurança: limite de temperaturas máximas do aparelho e do ambiente; simulação de uso para avaliar se desgastes comprometem a segurança; possibilidade de acesso às partes perigosas; riscos de incêndio e danos mecânicos durante o funcionamento; e proteção contra choque elétrico.

Além de influenciar a decisão de compra de quem vai adquirir o forno, o programa tem o objetivo estimular o desenvolvimento de equipamentos e a substituição gradual dos mais antigos. Hoje, 70% dos fornos elétricos em operação têm mais de oito anos de uso.

Instituto revisa selo de eletrodomésticos

O Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), do Inmetro, está revisando os níveis de eficiência energética de geladeiras, fogões, fornos e ar-condicionado. A classificação atualizada estará disponível para o consumidor a partir de janeiro de 2013, quando os produtos da atual classe “E” não poderão mais ser vendidos.

Com a atualização, a estimativa é de que aproximadamente 40% dos aparelhos domésticos, apenas, permaneçam como “A”. Atualmente, cerca de 80% dos aparelhos domésticos estão na classificação “A”. O Inmetro faz periodicamente revisões dos programas, induzindo a indústria a melhorar os aparelhos. A revisão ocorre, em média, a cada quatro anos ou quando a quantidade de produtos “A” e “B” alcança um número excessivamente alto no mercado.

Ao trocar aparelhos de baixa eficiência, aqueles classificados como “E”, pelos de menor consumo, os que têm classe “A”, é possível economizar mais de R$ 600 por ano na conta de luz. O valor foi calculado levando em conta a economia que pode ser feita com a troca de diferentes aparelhos, dentro da nova classificação de eficiência. Nos novos padrões, os eletrodomésticos terão que consumir entre 3% e 5% menos energia para receber a nota máxima de avaliação. Quem comprar um aparelho mais eficiente (“A”) poderá ter economia acima de 10%.

Selo – O PBE começou em 1984 para promover a fabricação de produtos mais econômicos e de menor impacto ambiental. Somente os programas de refrigeradores e condicionadores de ar são responsáveis por uma economia de energia de pelo menos R$ 2,4 bilhões, desde aquele ano. Hoje, os refrigeradores, por exemplo, são 60% mais eficientes do que há dez anos.

Acesse a consulta pública aqui

Fonte: http://www.pantanalnews.com.br

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Mercado Verde

O Rio prepara-se para operar a primeira bolsa de ativos verdes do Brasil a partir de abril – a Bolsa Verde do Rio de Janeiro (BVRio). Inicialmente, a bolsa concentrará atuação em carbono, efluentes industriais da Baía de Guanabara, reposição florestal relacionada à Reserva Legal, reposição de supressão de vegetação nativa e logística reversa e reciclagem.

O modelo de compra e venda de créditos ambientais será inspirado no sistema de cap-and-trade vigente nos mercados de chuva ácida nos Estados Unidos e de carbono na Europa. Por esse sistema, é estabelecido um teto para a emissão de poluentes (cap). A empresa que o ultrapassa precisa comprar créditos excedentes. As companhias que lançaram poluentes abaixo do teto para cumprir suas obrigações legais (trade). No caso dos créditos de logística reversa, empresas e cooperativas que recolherem produtos e equipamentos descartados poderão vendê-los a empresas com obrigações a cumprir segundo a lei que instaurou a Política Nacional de Resíduos Sólidos em agosto de 2010.

Para implantar a BVRio, que funcionará na capital fluminense, as secretarias de Estado do Meio Ambiente (comandada pelo ex-ministro Carlos Minc) e Municipal de Fazenda assinaram em dezembro um acordo de cooperação com a BVRio – uma associação civil sem fins lucrativos presidida por Pedro Moura Costa.

O executivo foi um dos fundadores da Ecosecurities, comprada em 2009 pelo J.P. Morgan. A empresa foi uma das principais firmas do mercado de carbono durante a década passada. Mais informações em bvrio.org

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Projeto brasileiro é reconhecido no interaction design awards 2012

O Interaction Cubes da Fundação Oswaldo Cruz do RJ ganhou dois reconhecimentos no prêmio da IxDA.
Parabéns a equipe! Muito legal!
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Bolsa de Desenvolvimento Tecnológico Industrial

O Núcleo de Design e Sustentabilidade da UFPR abre vaga para uma bolsa de Desenvolvimento Tecnológico Industrial (DTI-B) para integrar um projeto de pesquisa que visa desenvolver um sistema de produtos e serviços de iluminação com tecnologia LED (Light-Emitting Diod) para Habitação de Interesse Social (HIS).

Requisitos:

- Profissional qualificado, de nível superior (mínimo de 2 anos de formação) para a execução de atividades de pesquisa, conforme as especificidades do projeto ao qual será vinculado

- Ter experiência profissional em gestão de projeto

- Conhecimentos específicos na área de design de serviços e design de sistemas

- Conhecimento em design de iluminação

- Conhecimentos em Photoshop, Indesign, Illustrator e/ou Corel Draw

- Desejável: software de modelagem 3D e renderização, habilidades de desenho

- Não ter vínculo empregatício

 

Valor da bolsa: R$ 3.000,00

Duração da bolsa: 9 meses (de abril a dezembro de 2012)

Carga horária: 40 horas semanais

 

Interessados devem enviar currículo e portfólio para o e-mail nds@ufpr.br até o dia 27/02/2012.

 

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Redes Sociais

O projeto do Hotel Marin Château, onde elaboramos toda a identidade corporativa, contou com um toque especial e bastante atual na criação dos avisos de portas.

Com base na temática redes sociais desenvolvemos os avisos de porta e avisos de porta ecológicos com o ícone do Twitter, o que diferenciou bastante o projeto gráfico.

Quem gostou da idéia foram os clientes, onde na maioria das vezes levam como souvenir.

Confira o projeto e siga-nos no Twitter @featuresdesign

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Modelamento 3D

Falando um pouco do uso dos sistemas CAD (Computer Aided Design) 2D e 3D  no desenvolvimento de produtos

Os sistemas CAD foram desenvolvidos para substituir o desenho manual que era demorado e que exigia do projetista habilidades mais específicas.

Quando começou a ser adotado pelas empresas foi considerado um grande avanço, pois eliminou a quantidade de arquivos e permitiu a digitalização de grande parte dos projetos, o que exigiu dos desenhistas e projetistas que se adequassem a nova tecnologia. No entanto, o projeto em CAD 2D continuava, em partes, similar ao processo manual.

Tempos depois surgiram os sistemas CAD 3D onde efetivamente alterou o processo de desenvolvimento de produto.  Uma das vanta

gens na utilização de sistemas CAD 3D é que os modelos possibilitam ganho de tempo no desenvolvimento, diminuição de custos, possibilidade de testes que reduzirão erros de projeto …

Mas a principal vantagem está na sua integração com outras áreas,  o que reduz substancialmente o tempo de desenvolvimento de projeto e como consequência ganha-se em vantagem competitiva.

Muito antes da prototipagem física e produção de lote piloto, o modelo pode ser utilizado para calcular volume, propriedades de massa, momentos de inércia, realizar montagens, verificar interferências, gerar os desenhos de fabricação, simular o seu comportamento mecânico, simular e planejar  a montagem na linha de produção, prototipagem rápida…

Além dessa série de características, os sistemas CAD 3D são integrados aos demais equipamentos na linha de produção, como CNC, corte a laser, dobradeira etc.

Acompanhando a crescente preocupação com as leis ambientais e exigências da sociedade e mercado, os programas CAD-3D possuem ferramentas para analisar o impacto ambiental dos projetos dentro de um ambiente virtual 3D. Essas ferramentas utilizam critérios de avaliação ambiental para ajudar na tomada de decisão,como: impacto da pegada de carbono, consumo de energia, acidificação do ar e eutroficação (ou eutrofização) da água.

Essa análise está inserida dentro do estudo de Avaliação do Ciclo de Vida, ou LCA (Lifecycle Assesment), levando em conta os critérios acima citados, e também o impacto ambiental durante todas as etapas do ciclo da vida de um produto: matéria-prima, produção, utilização e descarte. Outros fatores também são considerados como transporte…

Vamos postar alguns exemplos de peças modeladas em software 3D. Entre em contato para maiores informações e orçamento.

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SPD & aplicabilidade dos itens que definem sustentabilidade em 2050

Você já parou pra pensar que apenas 20% da população mundial consome 80% dos recursos materiais e energéticos?

Confrontando-se com essa evidência, o SPD propõe a seguinte pergunta: Quando um produto é realmente necessário?

Esse post irá abordar o que significa a sigla SPD, o que desenvolve e sua visão de aplicação da sustentabilidade para 2050.

Com base na pergunta acima, o SPD (rede internacional de desenvolvimento de produtos sustentáveis), com suporte do Ministério do Meio-Ambiente da Holanda e integrado ao UNEP-IE, têm desenvolvido um Programa de Pesquisas em três áreas.

São elas:

RA1 (Research Area 1) – SPD Estado da Arte

De maneira genérica a RA1 faz um inventário de vários assuntos que auxiliam na melhora ambiental para a sustentabilidade: rotulagem ambiental, ACV- avaliação do ciclo de vida, design para o desmonte, eco redesign, etc;

RA2 (Research Area 2)

Desenvolvimento de um banco de dados de produtos existentes que incluam conceitos de SPD para futuras publicações;

RA3 (Research Area 3) – SPD – cenário para 2050

Levanta questões que tentam mostrar cenários para as futuras gerações com base em projeções das demandas de produtos e de necessidades humanas.

As linhas de pesquisa RA 2&3 consideram produtos, serviços e sistemas que atendam as necessidades humanas e desenvolverão a aplicabilidade dos sete itens que, segundo o UNEP-WG-SPD, definem sustentabilidade:

1. Serviços – pool de transporte, delivered nappies, produtos de aluguel, etc;

2. Design estratégico – design e planejamento holístico que considere todos os impactos ambientais como planejamento do uso de recursos, planejamento do espaço, políticas relevantes para a sustentabilidade;

3. Design otimizado – produtos modulares e multi-funcionais como por exemplo impressora, fax, scanner e fotocopiadora integrados;

4. Desmaterialização – bibliotecas virtuais, vídeos digitalizados, softwares que substituam produtos físicos ou sistemas que permitam as pessoas trabalharem em casa com evidente redução do impacto de transportes;

5. Design com ACV – produtos que sejam sustentáveis em todos os estágios de seu ciclo de vida;

6. Longevidade – produtos e componentes que sejam projetados para larga duração;

7. Aspectos positivos – produtos em que os aspectos negativos sejam grandemente superados pelos positivos como células foto-voltaicas que usam energia solar e tem impactos ambientais na sua fabricação.

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SUSTENTABILIDADE – PPCS

PLANO DE AÇÃO PARA PRODUÇÃO E CONSUMO SUSTENTÁVEIS – PPCS

Notícia importante. Estará disponível para consulta e contribuições o plano de produção e consumo sustentável, por 45 dias, no site do ministério do meio ambiente. Ajude a divulgar e a formatar o futuro do país. Deixo o link do plano para download.

http://www.mma.gov.br/estruturas/243/_arquivos/plano_de_ao_para_pcs___documento_para_consulta_243.pdf

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Apresentação:

O Plano de Produção e Consumo Sustentáveis, ora colocado para apreciação da sociedade, é acima de tudo uma agenda positiva. Uma agenda de ações em curso ou a serem desenvolvidas no curto prazo, com direção e endereço conhecidos. Com resultados que serão monitorados e avaliados. É um Plano com horizonte de três anos, nesta primeira fase de implementação. Falamos do aqui e do agora. Ele tem o mérito de articular várias iniciativas que buscam os mesmos objetivos e não disputa protagonismo com nenhum outro Plano, seja ele setorial ou não. Buscou incorporar ademais várias das recomendações dos setores organizados da sociedade que se manifestaram no âmbito das três Conferências Nacionais de Meio Ambiente, realizadas pelo atual Governo, e também pela Conferência Nacional de Meio Ambiente e Saúde, realizada em 2010.

Em essência, este não é um plano governamental, ou do Ministério do Meio Ambiente, uma vez que não se estrutura somente em ações governamentais. É um plano que abriga e agrega também ações importantes do setor produtivo e da sociedade civil, valorizando esforços que têm por base o bem público, o princípio da parceria e da responsabilidade compartilhada. O Plano é totalmente convergente com as finalidades e linhas programáticas, tanto da Política Nacional de Resíduos Sólidos quanto da Política Nacional sobre Mudança do Clima.

O período de consulta se estenderá por 45 dias, a contar da data do edital de publicação do Plano. Foram providenciados meios e metodologia para aproveitar ao máximo a contribuição de organizações e atores relevantes nesse processo. Teremos ao final, espera-se, um Plano mais condizente com as aspirações de todos.

Dúvidas ou esclarecimentos, favor entrar em contato com: Samyra Crespo-Secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental

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